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Câncer do endométrio: o que você precisa saber

O câncer do endométrio ocorre com mais frequência após a menopausa. Descubra seus sintomas, fatores de risco, métodos de diagnóstico e opções de tratamento.<\/p>

Câncer do endométrio: o que você precisa saber<\/h2>

O câncer do endométrio geralmente aparece após a menopausa. A idade média das mulheres diagnosticadas é de 68 anos. A taxa de sobrevivência em 5 anos é muito alta para um estágio localizado, pois é de 95%. Mas o que é lamentável é que ainda não existe um rastreamento que permita detectar esse tipo de câncer de forma precoce.<\/p>

Os sintomas e fatores a considerar<\/h3>

Os sinais clínicos mais frequentes que indicam a presença de um câncer do endométrio são os sangramentos vaginais. Após a menopausa, qualquer sangramento vaginal é anormal e deve alertá-la. O câncer do endométrio é o principal suspeito nesse caso. É necessário consultar um médico imediatamente.<\/p>

Nota: Mesmo antes da menopausa, os sangramentos vaginais que ocorrem fora do período menstrual também são anormais. A melhor coisa a fazer é sempre falar com seu médico<\/strong>.<\/p>

Outros sintomas, menos frequentes, podem indicar um câncer do endométrio, como:<\/p>

- <\/span>Perdas vaginais anormais seguidas de gotículas de sangue.<\/p>

- <\/span>Uma infecção localizada no endométrio.<\/p>

Existem vários fatores de risco que podem levar à formação do câncer do endométrio.<\/p>

- O sobrepeso,<\/p>

- O diabetes,<\/p>

- O tratamento com tamoxifeno<\/p>

- A síndrome de HNPCC4/Lynch, uma doença hereditária.<\/p>

O diagnóstico do câncer do endométrio<\/h3>

O tipo de câncer e seu grau serão estabelecidos após estas etapas:<\/p>

- Um exame clínico abdominal, pélvico e linfonodal;<\/p>

- Uma ultrassonografia pélvica para verificar uma possível hipertrofia do endométrio;<\/p>

- Uma biópsia de um tecido do endométrio seguida de um exame anatomopatológico do tecido coletado.<\/p>

- Uma ressonância magnética da pelve associada a uma ressonância magnética dos linfonodos lombo-aórticos determinará o estágio de evolução do câncer;<\/p>

Os tratamentos em caso de diagnóstico positivo<\/h3>

Os tratamentos são personalizados para a situação de cada paciente. Uma reunião de concertação multidisciplinar (RCP) é realizada entre os médicos responsáveis para estudar o caso da paciente e determinar o tratamento adequado. Existem quatro (4) opções de tratamento possíveis para o câncer do endométrio:<\/p>

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1- <\/span>A cirurgia<\/h4>

Esse tipo de intervenção é comum no caso do câncer do endométrio. Consiste em uma histerectomia total com salpingo-ooforectomia bilateral.<\/p>

Importante: a cirurgia é realizada se o tumor não se espalhou para órgãos distantes do útero e somente se o estado da paciente permitir.<\/p>

2- <\/span>A radioterapia<\/h4>

É realizada como complemento da cirurgia. Na radioterapia, utilizam-se raios para aniquilar os tumores e tecidos infectados. É feita na pelve e, em seguida, na região lombo-aórtica se houver comprometimento linfonodal. Recorre-se à radioterapia quando os tumores são mais significativos ou quando o estado da pessoa impede que ela seja operada.<\/p>

3- <\/span>A quimioterapia<\/h4>

Tratamento de referência para tumores em estágios avançados que requerem o uso de moléculas específicas. A quimioterapia é um tratamento intenso, geralmente realizado em várias sessões que não devem ser interrompidas.<\/p>

4- <\/span>A hormonoterapia<\/h4>

Esse tratamento é realizado quando os tumores estão avançados e formam metástases. A hormonoterapia (uso de hormônios) é recomendada quando a quimioterapia não pode ser realizada.<\/p>

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